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Projeto desenvolvido na Universidade já é utilizado em cidades do Brasil |
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Escrito por http://informativo.ct.utfpr.edu.br/leia_mais.php?pub=4¬icia=8
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Qua, 18 de Novembro de 2009 16:11 |
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Há aproximadamente dez anos, a Escola de Educação Especial Vivian Marçal, solicitou à UTFPR, na época CEFET, o desenvolvimento de um mecanismo que tornasse possível o uso do computador por deficientes motores.
O diretor do Campus Curitiba, na época, contactou o Departamento Acadêmico de Informática (DAINF), que encaminhou a proposta ao professor Aurélio Flávio Charão, o qual, prontamente, aceitou o desafio.
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Última atualização em Seg, 25 de Julho de 2011 20:31 |
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Reportagem na Gazeta do Povo |
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Escrito por Administrator
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Seg, 09 de Agosto de 2004 05:30 |
Informática ajuda alunos especiais
 Programa auxilia estudantes com paralisia cerebral |  | | Nowadowski: supletivo só foi possível com a ajuda do computador. (Albari Rosa) |
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Com o apoio da tecnologia, estudantes com paralisia cerebral da Escola Vivian Marçal, em Curitiba, conseguiram quebrar barreiras, como a dificuldade para se comunicar, e têm alcançado sucesso no aprendizado. Eles estão usando um programa de computador e um equipamento, desenvolvidos pelo Centro Federal de Educação Tecnológica do Paraná (Cefet-PR), que os ajudam a escrever e até a usar a internet.
Embora tenham inteligência normal, as pessoas com paralisia cerebral têm problemas de coordenação motora. Por isso o teclado e o mouse não podem ser usados por eles. Há três anos, o analista de sistemas Alexandre Henzen, que na época fazia mestrado no Cefet, formulou um software mais fácil de ser usado. Por meio de um sensor, também desenvolvido por ele, os estudantes podem escolher letras e movimentos de mouse com um simples toque.
"O sensor é muito simples e barato. O que leva mais tempo é adaptá-lo às possibilidades de cada um", diz Henzen. O software é cedido gratuitamento aos usuários. O sensor custa em torno de R$ 30.
De acordo com o engenheiro de eletrônica Aurélio Charão, que orientou o projeto de Henzen, existem outros sistemas como esse, mas na maior parte são importados e muito caros. O sistema foi levado para demonstrações fora do Paraná e já foi adotado pelo Instituto Helena Antipov, no Rio de Janeiro.
Pessoas com paralisia cerebral muitas vezes não conseguem escrever nem falar. Em casos mais extremos, o computador se torna a única forma de comunicação. "Às vezes, nós não conseguíamos nem verificar se uma criança havia sido mesmo alfabetizada. Agora isso não ocorre mais", conta Suely Hieda Rocha, diretora da Escola Vivian Marçal.
O estudante Valério Nowadowski, de 24 anos, está cursando o supletivo de 1.ª a 4.ª série e depende do computador para se comunicar. Para usar o software, ele aciona um sensor instalado na cadeira de rodas, atrás da cabeça. Num canto do monitor, as opções ficam à mostra, como letras e movimentos de mouse, que piscam em seqüência. Quando se destaca o que aluno deseja, ele aperta o sensor.
Adriano Franciscon de Assis, 23 anos, diz que, antes do computador chegar à sala de aula, a professora fazia a lição em seu lugar. "Agora ela passa o exercício e eu consigo fazer", comemora.
Alguns alunos, com a ajuda da tecnologia, foram reinseridos na rede regular de ensino, em cursos noturnos. "Um deles até está estudando numa faculdade", afirma Suely.
No momento, a escola tem seis computadores, instalados em 4 das 12 salas de aula. Os equipamentos, um pouco obsoletos, foram doados por empresas e membros da comunidade. "O ideal seria pelo menos um por sala", calcula a diretora. Cerca de dez pessoas do Cefet estão envolvidas no projeto. Elas fazem manutenção, ajudam a adaptar as cadeiras de roda e a montar os sensores. Guido Orgis |
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Última atualização em Qua, 18 de Novembro de 2009 16:32 |
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ETM( Emulador de Teclado e Mouse) para portadores de necessidades especiais |
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Escrito por Alexandre Henzen
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Ter, 17 de Novembro de 2009 21:00 |
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O que é o ETM ?
O ETM é um software que, em conjunto com sensores, permite ao portador de necessidades especiais utilizar todas as funções de teclado e mouse.
Qualquer pessoa que tem dificuldade motora de utilizar o teclado e o mouse pode utilizar o equipamento
Como esse programa funciona ?
Funciona acoplado a um equipamento que, conectado a sensores, permite ao usuário utilizar todos os recursos de teclado e mouse do micro. Esses sensores são ligados à cadeira de rodas ou ao corpo de um portador de paralisia cerebral – ou pessoa que tenha dificuldade motora. Por exemplo, para utilizar o software, o portador de paralisia que só move a cabeça pressiona um encosto colocado na cadeira de rodas. Com o movimento da cabeça, um sinal chega até o computador e o usuário navega pelo sistema de varredura.
Qual o custo do programa ?
O programa é gratúito e prestamos todo o suporte necessário para utilização. Temos diversas pessoas em todo o Brasil que utilizam o ETM e prestamos o suporte remotamente. Basta entrar em contato que conduzimos o processo.
O que é o sistema de varredura ?
É um software auxiliar que navega entre as letras de um teclado que aparece na tela. O sistema funciona da seguinte maneira: letras, números e flechas indicativas de movimento de mouse são varridas, o tempo todo, por uma espécie de marcador. Quando o marcador está posicionado no caractere escolhido pelo usuário, ele pressiona o sensor. Se, por
exemplo, o usuário deseja escrever a palavra mãe, basta esperar o marcador passar pela letra M, em seguida à e depois E. Por meio desse sistema, o portador de deficiência pode acessar a Internet, documentos de texto e jogos.
É preciso um equipamento muito sofisticado para utilizar o sotware ?
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Nao. O ETM funciona em computadores antigos com windows 95 ou superior.
Existem vários tipos de sensor. Sensor de pressão por exemplo é uma simples chave de liga-desliga que pode ser acoplado a cadeira de rodas ao encosto de cabeça que ao ser tocada permite, através do software, utilizar as funcionalidades do teclado e mouse.
Existem inúmeros tipos de sensores. Para cada caso existe um tipo de sensor. Até mesmo o microfone pode ser utilizado como sensor bastando algum tipo de ruido ou sopro para o acionamento do software.
Outra forma de acesso é através do reconhecimento da face utilizando Webcam, que através do piscar dos olhos permite fazer o acionamento. O trabalho com reconhecimento de face é desenvolvido pelo Mestre em Cïências Tomas Fernandez.
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Última atualização em Seg, 25 de Julho de 2011 20:14 |
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Escrito por Administrator
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Seg, 09 de Agosto de 2004 05:30 |
AGRADECIMENTOS
Esta dissertação não ficaria como ela é sem a ajuda de muitas pessoas, a quem desejo agora agradecer.
Sei que cometo injustiça, pois não conseguirei lembrar de todos os que me foram de valia nestes dois anos de esforço.
Mais injustiça ainda seria deixar de mencionar a Profa.Tânia
Stahlke, que me incentivou a fazer o mestrado no CPGEI, Profa.Zélia, da
escola Vivian Marçal, que me recebeu tantas vezes, me apresentou aos
garotos e se mostrava sempre entusiasmada com o progresso do ETM,
Profa.Hilda e Profa. Janaína, do Instituto Helena Antipov, que
sugeriram tantas melhorias, Profa. Sandra e Prof. Vargas, do DADIN,
Cefet-PR, que fizeram observações valiosas e protótipos, Sr. Arnoldo ,
da Oficina de Apoio, que fez vários protótipos de adaptações,
Engenheiro Metz do Departamento de Manutenção, que autorizou e
incentivou a confecção de adaptações, Funcionários Rui, Francisco,
Antônio, que fizeram adaptações, Júnior, da Beta, que fabricou muitos
cabos, João e André, da Quantum, que ajudaram a desenvolver os
circuitos eletrônicos. E tantos outros, professores e colegas, que se
entusiasmavam e me entusiasmavam ao ver o ETM.
Também não posso deixar de mencionar aqui os responsáveis por diversos sites que visitei e de onde fui tirando idéias.
Em especial ao meu orientador e eterno professor Dr. Aurélio Flávio
Charão pelo apoio e incentivo durante todo o período de mestrado.
Com certeza, sozinho eu não faria isso. |
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Última atualização em Dom, 12 de Junho de 2005 17:18 |
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